(1ª
estrofe)
Éramos
dois
amigos,
na
estrada
do
coração,
Os
dois
olhando
a
mesma
flor,
na
mesma
direção.
Eu
já
tinha
um
bom
caminho,
tanta
prosa
pra
contar,
Nosso
sonho
florescia,
sem
vontade
de
acabar. (2
ª
estrofe)
Mas
a
vida
deu
um
rumo
que
ninguém
imaginou,
Fui
embora
da
cidade,
o
destino
me
levou.
Na
distância,
sem
notícias,
o
silêncio
se
fez
lei,
E
quem
dizia
ser
amigo
ocupou
o
que
deixei. (
Refrão)
Se
o
destino
fosse
outro,
quem
sabe
o
que
seria?
Talvez
houvesse
mais
abraço,
mais
paz
e
harmonia.
Hoje
o
tempo
faz
perguntas
que
ninguém
pode
calar,
Só
Deus
sabe
quantas
histórias
deixaram
de
se
encontrar. (3
ª
estrofe)
Namoraram,
se
casaram,
vieram
filhos
pra
amar,
Mas
sem
rumo
e
aventureiro,
resolveu
se
afastar.
Foi
morar
em
outras
terras,
procurando
ilusão,
E
deixou
crescer
distante
quem
carregava
o
seu
sangue
e
o
coração. (4
ª
estrofe)
Os
meninos
já
crescidos,
cada
qual
com
sua
razão,
Um
deles
me
procurou
trazendo
a
recordação.
Conhecia
nossa
história
desde
o
tempo
que
passou,
E
com
respeito,
olhando
firme,
emocionado
falou: (
Ponte) "
Conhecendo
quem
o
senhor
é
e
também
quem
foi
meu
pai,
Tenho
coragem
de
dizer
o
que
meu
peito
não
trai.
Se
o
senhor
tivesse
sido
quem
levou
minha
mãe
ao
altar,
Minha
mãe
seria
mais
feliz...
e
nós
também,
pode
acreditar." (
Refrão
final)
Mas
a
vida
escreve
páginas
que
ninguém
pode
mudar,
Cada
escolha
tem
um
preço
que
o
tempo
vem
cobrar.
Guardo
apenas
a
certeza,
sem
rancor
no
coração:
O
amor
quando
é
verdadeiro
nunca
morre
em
vão.
Fica
vivo
na
lembrança,
como
estrela
a
iluminar,
Mostrando
que
um
grande
amor...
o
destino
pode
separar.