[female
vocals] (
Piano
suave
e
dedilhado
de
violão
crescendo)
Oh,
Senhor,
guia
nossas
mãos
Protege
o
chão
que
é
nosso,
o
chão
do
povo
Que
a
justiça
e
a
verdade
prevaleçam
Não
é
possível,
que
isso
esteja
acontecendo
Algo
inédito
no
Brasil,
que
em
Londrina
está
aparecendo
O
município,
pra
construir
moradias
na
cidade
Está
fazendo
uma
tremenda
besteira,
verdadeira
atrocidade
Querem
tapar
a
luz,
querem
mudar
o
destino
Esquecem
que
esse
chão
pertence
a
cada
menino
A
praça
respira,
a
praça
tem
voz
Não
é
um
tabuleiro,
não
é
um
joguete
entre
nós
A
praça
é
pública,
é
do
povo,
é
do
Senhor
É
lugar
de
criança,
de
alegria
e
de
amor
A
praça
é
pública,
não
pode
se
perder
É
direito
de
todos,
é
onde
a
vida
vai
florescer
Oh,
Londrina,
guarda
o
que
é
teu
O
céu
observa
o
que
o
homem
esqueceu
Vai
em
praça
construir
apartamento
popular
Vai
ter
gente
de
todo
lado,
na
frente,
atrás
e
até
na
sala
de
jantar
Onde
estão
os
pássaros?
Onde
está
o
vento?
Transformam
o
verde
em
concreto,
em
um
triste
lamento
É
banco,
é
árvore,
é
sombra
pra
sentar
É
espaço
de
viver,
de
brincar
e
estudar
Não
se
constrói
paz
destruindo
o
que
é
comum
Deixando
a
cidade
esquecida,
sem
rumo,
sem
nenhum
A
praça
é
pública,
é
do
povo,
é
do
Senhor
É
lugar
de
criança,
de
alegria
e
de
amor
A
praça
é
pública,
não
pode
se
perder
É
direito
de
todos,
é
onde
a
vida
vai
florescer
Oh,
Londrina,
guarda
o
que
é
teu
O
céu
observa
o
que
o
homem
esqueceu
Senhor,
abre
os
olhos
de
quem
governa
Que
a
tua
sabedoria
seja
a
luz
eterna
Preserva
o
espaço,
preserva
o
irmão
Que
a
nossa
praça
seja
sempre
oração (
Crescendo
de
cordas
e
intensidade
vocal)
A
praça
é
pública,
é
do
povo,
é
do
Senhor
É
lugar
de
criança,
de
alegria
e
de
amor
A
praça
é
pública,
não
pode
se
perder
É
direito
de
todos,
é
onde
a
vida
vai
florescer
A
praça
é
nossa,
a
praça
é
do
Senhor
Que
o
respeito
floresça
Em
cada
banco,
em
cada
flor
Amém,
amém (
Fade
out
com
piano
e
dedilhado)
Música
escrita
por
pot
Mário
Cardoso
a
pedido
de
Otacílio
Rosa
Gomes