(Clapping hands and crowd chatter)
Abre alas, meu povo!
Diz que o samba começou!
Solta o cavaco!
Chega mais junto, meu irmão de fé
Que a nossa roda de samba não vai terminar
Cavaquinho chorando, pandeiro e violão!
O surdo marcando pro povo cantar
Nessa mesa de bar, o cansaço some
O partido alto cura qualquer dor
Quem é do samba não passa fome
Se alimenta de ritmo, paz e amor
Bate na palma da mão, deixa a gira girar! (êh, vai!)
Se o samba é da gente, o terreiro vai tremer!
Canta, meu povo, deixa o pranto rolar!
Que a roda de samba não pode parar!
Malandro que é malandro não vacila
Leva a vida cantando no sapatinho
Ele entra em qualquer comunidade com respeito e carinho.
Malandro de verdade tem a humildade no coração, é isso!
tradição pura
O nosso legado nunca vai morrer
É poesia, é arte, é cultura
Quem é cria de fato sabe entender
Bate na palma da mão, deixa a gira girar! (êh, vai!)
Se o roda de samba é da gente, o terreiro vai tremer!
Canta, meu povo, deixa o pranto rolar!
Que o samba de roda não pode parar!
Mais uma vez na palma da mão
Pro ritmo firmar
Olha o cavaco solando e o banjo repicando! Sentiu! Vai tomando!
Isso é Brasil, irmão! Tem que respeitar!
Salve o samba!
Até 0 dia clarear!
(Crowd cheering and applause)