(Ponteado
de
viola
caipira —
lento,
sentido)
Lá
no
banco
da
varanda
Ela
veio
me
procurar,
Com
os
olhos
cheios
d'água,
Começou
a
me
falar: —
Eu
errei,
estou
sofrendo,...
Com
toda
bobagem
que
fiz,
Com
todo
o
amor
que
sei
que
você
tem
no
seu
peito,...
Me
perdoa,
e
vamos
ser
feliz.
Eu
baixei
os
meus
olhos,
Pra
não
ver
ela
chorar,
Mas
a
dor
de
uma
doída
traição,
me
impediu
de
falar.
Refrão
Não
adianta
pedir
perdão,
jurando
que
vai
mudar,...
pois
ao
brincar
com
meus
sinceros
sentimentos,
com
a
solidão
tem
que
ficar.
Eu
perdoo
o
seu
pecado,..
Mas
não
volto
pro
seu
lado.
O
meu
amor,
com
sua
traição,
morreu...
Hoje,
meu
amor
é
de
outra,
e
não
mais
seu! (
Ponteio
de
viola)
Você
tinha
minha
casa,
Meu
carinho
e
meu
respeito,
com
muita
paixão...
Tinha
um
homem
apaixonado,
sem
nenhum
senão!
Mas
trocou
tudo
por
outro,
sem
pensar
nas
consequências
da
aventura..
Eu
sofrendo
muito,
Você
se
divertindo,
essa
a
verdade
pura!
Sem
ninguém
pra
conversar,
Minha
viola
foi
testemunha
do
meu
jeito
de
chorar.
Hoje
estou
de
pé
novamente,
pois
reaprendi
a
caminhar...
Quem
perdeu
foi
você,
pois
eu
voltei
a
me
valorizar.
Refrão
Não
adianta
pedir
perdão,
jurando
que
vai
mudar,...
pois
ao
brincar
com
um
coração,
com
a
solidão
tem
que
pagar.
Eu
perdoo
o
seu
pecado,..
Mas
não
volto,
pro
seu
lado.
O
meu
amor,
com
sua
traição,
morreu...
Hoje,
tudo
de
bom
que
tenho,
é
de
outra,
e,
definitivamente,
não
mais
seu! (
Final —
viola
caipira,
bem
lenta)
Pode
seguir
seu
caminho,
Que
eu
sigo
o
meu
também...
Não
guardo
ódio
de
jeito
nenhum
do
que
fez,...
Só
não
consigo
te
amar,
como
foi
da
outra
vez.
E
aquela
chave
da
nossa
porta,
Que
um
dia
você
me
entregou...
Eu
joguei
dentro
do
rio,
que,
junto
com
a
água
nosso
amor
também
levou!
Tem
mais,
que
vou
falar,
sem
esconder...
Tem
ainda
algo
muito
importante,
que
você
vai
ficar
sem,
para
aprender.
Esforços
farei
pra
de
você
levar
o
fruto
de
nossa
união..
Comigo
ele
aprenderá
o
que
é
respeito,
amor
verdadeiro,
e
muita
consideração.