Ô, malandro! Escuta o que o pandeiro diz,
Essa é a dor de quem não viu a própria raiz!
"Honrar pai e mãe", a fé nos ensinou,
Mas quando a vida em dois caminhos separou,
O pai, irmão, seguiu presente, forte e leal,
Com seu sustento e amor, um gesto sem igual.
Mas a "protetora", com um plano sombrio,
Afasta o filho, cria um vazio,
Negando o mérito, a história, o suor,
Transforma a benção em pura dor.
Alienação parental, que mal é esse?
Que rouba um pedaço, que a criança não conhece!
O coração do pai chora em silêncio e canto,
Esperando a hora de quebrar esse encanto.
(Ô, abre alas!)
O filho cresce sem saber a sua estrada,
Com uma verdade distorcida, fabricada.
Quem cuidou financeiramente, quem deu a mão,
Se torna um vulto, uma mera ilusão.
Mas o subconsciente, ah, ele não mente,
Um dia a luz da razão se faz presente.
E a injustiça feita, ela há de se mostrar,
A ferida aberta, um dia vai curar.
(Salve!)
Alienação parental, a dor que não tem fim...
Mas a verdade, irmão, sempre floresce assim!