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A Luta do Trabalhador

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Lyrics

[male

vocals] (

Sanfona

e

violão

dedilhado

puxado,

ritmo

marcado

de

baile

gaúcho) (

Voz

firme

e

encorpada)

Ê,

vida

de

luta,

patrício!

Preste

atenção

no

que

eu

digo

agora.

A

voz

do

campo,

a

voz

de

quem

acorda

cedo.

Nessa

mania

desonesta

de

agradar

em

época

de

eleição

Mais

uma

está

sendo

articulada

pela

situação

Querendo

diminuir

a

carga

horária

dos

empregados

Sabendo

muito

bem

que

existem

desorientados

Não

é

próprio

de

quem

tem

juízo

e

com

apreço

Acreditar

que

o

preço

do

produto

ficará

no

mesmo

preço

É

conversa

fiada,

é

engodo

pra

pegar

distraído

O

futuro

do

homem

simples,

por

eles,

nunca

é

ouvido

no

meu

sertão

eu

aprendi

Que

pra

colher

tem

que

plantar

Quem

trabalha

seis

por

um

Tem

seu

pão

pra

conquistar

Não

é

moleza,

não

senhor

É

suor

de

trabalhador

Mas

é

dele

que

vem

o

pão

Que

alimenta

o

nosso

amor

O

campo

não

aceita

desaforo

de

quem

não

vive

o

chão

A

lida

é

bruta,

o

tempo

é

senhor,

não

perdoa

vacilação

Querem

mudar

o

que

é

certo,

confundir

o

que

é

direito

Mas

o

peito

do

gaúcho

não

guarda

esse

tipo

de

despeito

Seguimos

firmes

na

enxada,

com

a

verdade

no

olhar

Quem

trabalha

com

dignidade

não

teme

o

sol

a

raiar

Se

a

carga

horária

ameaça

o

nosso

sustento

diário

Nós

respondemos

com

força,

com

o

suor

no

nosso

itinerário

no

meu

sertão

eu

aprendi

Que

pra

colher

tem

que

plantar

Quem

trabalha

seis

por

um

Tem

seu

pão

pra

conquistar

Não

é

moleza,

não

senhor

É

suor

de

trabalhador

Mas

é

dele

que

vem

o

pão

Que

alimenta

o

nosso

amor (

Sanfona

solo

vibrante

subindo

o

tom)

Não

se

engane,

companheiro,

a

luta

é

todo

dia!

O

valor

do

nosso

esforço

ninguém

pode

apagar!

A

dignidade

vem

de

quem

enfrenta

a

lida

E

traz

pra

mesa

o

sustento

com

orgulho

de

honrar!

no

meu

sertão

eu

aprendi

Que

pra

colher

tem

que

plantar

Quem

trabalha

seis

por

um

Tem

seu

pão

pra

conquistar

Não

é

moleza,

não

senhor

É

suor

de

trabalhador

Mas

é

dele

que

vem

o

pão

Que

alimenta

o

nosso

amor

É

o

suor

que

faz

o

pão,

patrício.

Lembre

disso,

não

deixe

ninguém

te

enganar.

O

trabalho

dignifica,

a

mentira...

essa

a

gente

deixa

passar. (

Finalização

com

acorde

forte

de

sanfona

e

violão)

Letra

escrita

por

Mário

Cardoso

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