[male
vocals] (
Sanfona
e
violão
dedilhado
puxado,
ritmo
marcado
de
baile
gaúcho) (
Voz
firme
e
encorpada)
Ê,
vida
de
luta,
gaúchos
e
brasileiros!
Preste
atenção
no
que
eu
digo
agora.
A
voz
do
campo,
a
voz
de
quem
acorda
cedo.
A
voz
de
quem
trabalha
e
não
pode
ser
enganado!
Nessa
mania
desonesta
de
agradar
em
época
de
eleição
Mais
uma
está
sendo
articulada
pela
situação
Querendo
diminuir
a
carga
horária
dos
empregados
Sabendo
muito
bem
que
existem
desorientados
Não
é
próprio
de
quem
tem
juízo,
aceitar
sem
indignação..
Acreditar
que
o
preço
do
produto
ficará
na
mesma
situação!
É
conversa
fiada,
é
engodo
pra
pegar
distraído
O
futuro
do
homem
simples,
por
eles,
que
nunca
é
ouvido
Lá
no
meu
sertão
eu
aprendi
Que
pra
colher
tem
que
plantar
Quem
trabalha
seis
por
um
Seu
justo
pão
vai
conquistar
Não
é
moleza,
não
senhor
É
suor
de
trabalhador
Mas
é
dele
que
vem
o
pão
Que
alimenta
o
nosso
amor (
Sanfona
vibrante)
Querem
mudar
o
que
é
certo,
confundir
o
que
é
direito
Mas
o
peito
do
brasileiro
não
guarda
esse
tipo
de
despeito
Seguimos
firmes
na
enxada,
com
a
verdade
no
olhar
Quem
trabalha
com
dignidade
não
teme
o
sol
a
raiar
Se
a
carga
horária
ameaça
o
nosso
sustento
diário
Temos
que
responder
com
força,
com
o
suor
no
nosso
itinerário
Lá
no
meu
sertão
eu
aprendi
Que
pra
colher
tem
que
plantar
Quem
trabalha
seis
por
um
Tem
seu
pão
pra
conquistar
Não
é
moleza,
não
senhor
É
suor
de
trabalhador
Mas
é
dele
que
vem
o
pão
Que
alimenta
o
nosso
amor (
Sanfona
solo
vibrante
subindo
o
tom)
Não
se
engane,
amigo
trabalhador,
a
luta
é
todo
dia,
do
jeito
que
está!
O
valor
do
nosso
esforço
ninguém
pode
apagar!
A
dignidade
vem
de
quem
enfrenta
a
lida
E
traz
pra
mesa
o
sustento
com
orgulho
de
trabalhar!
Lá
no
meu
sertão
eu
aprendi
Que
pra
colher
tem
que
plantar
Quem
trabalha
seis
por
um
Tem
seu
pão
pra
conquistar
Não
é
moleza,
não
senhor
É
suor
de
trabalhador
Mas
é
dele
que
vem
o
pão
Que
alimenta
o
nosso
amor (
Sanfona)
É
o
seu
suor
que
faz
o
pão!
Lembre
disso,
não
deixe
ninguém
te
enganar.
O
trabalho
dignifica,
e
a
mentira?
Essa
a
gente
deixa
passar. (
Finalização
com
acorde
forte
de
sanfona
e
violão)
Letra
escrita
por
Mário
Cardoso