[male
vocals] (
Dedilhado
de
viola
caipira
lento
e
sentido)
Vai,
viola...
toca
o
que
o
peito
tá
gritando.
Lá
no
banco
da
varanda
Ela
veio
me
procurar
Com
os
olhos
cheios
d'água
Começou
a
me
falar —
Eu
errei,
estou
sofrendo
Com
toda
bobagem
que
fiz
Com
todo
o
amor
que
sei
que
você
tem
no
seu
peito
Me
perdoa,
e
vamos
ser
feliz
Eu
baixei
os
meus
olhos
Pra
não
ver
ela
chorar
Mas
a
dor
de
uma
doída
traição
Me
impediu
de
falar
Não
adianta
pedir
perdão,
jurando
que
vai
mudar
Pois
ao
brincar
com
meus
sinceros
sentimentos
Com
a
solidão,
você
me
fez
naufragar
Olhei
pro
horizonte
e
vi
O
sol
sumindo
lá
no
fim
Lembrei
das
noites
que
passei
sozinho
Com
a
sua
ausência
perto
de
mim
O
peito
dói,
a
viola
chora
Cada
nota
é
um
lamento
O
que
era
amor
virou
saudade
Levado
pelo
vento,
tá
ligado!
Eu
baixei
os
meus
olhos
Pra
não
ver
ela
chorar
Mas
a
dor
de
uma
doída
traição
Me
impediu
de
falar
Não
adianta
pedir
perdão,
jurando
que
vai
mudar
Pois
ao
brincar
com
meus
sinceros
sentimentos
Com
a
solidão,
você
me
fez
naufragar
A
chave
eu
joguei
no
rio
Pra
nunca
mais
você
voltar
O
nosso
encanto
se
perdeu
Não
tem
mais
volta,
pode
acreditar
Olé,
vida
cigana,
o
destino
é
quem
dita
o
passo
Agora
sigo
o
meu
caminho
Sem
a
sombra
do
seu
mal
Aprendi
que
a
ferida
sara
Mas
deixa
cicatriz,
é
natural
Bora
seguir
em
frente,
parceiro
O
mundo
gira,
a
gente
se
encontra
Se
não
foi
nessa
vida,
paciência
O
amor
verdadeiro
a
gente
não
desmanda
Eu
baixei
os
meus
olhos
Pra
não
ver
ela
chorar
Mas
a
dor
de
uma
doída
traição
Me
impediu
de
falar
Não
adianta
pedir
perdão,
jurando
que
vai
mudar
Pois
ao
brincar
com
meus
sinceros
sentimentos
Com
a
solidão,
você
me
fez
naufragar
A
chave
eu
joguei
no
rio...
Não
adianta,
não
tem
perdão. (
Dedilhado
de
viola
finalizando
suave)
É
nóis,
vida
que
segue.